Direção Defensiva no Pernambuco
Em Pernambuco (PE), o inverno chuvoso do litoral alaga o Recife, enquanto a BR-232 leva o motorista da serra ao sertão em poucas horas. Cada trecho tem seu risco.
Entre maio e julho, as chuvas no Recife e na região metropolitana são intensas, e bairros baixos alagam com rapidez, principalmente quando a chuva coincide com a maré alta. A prova cobra a resposta defensiva: velocidade reduzida, farol baixo aceso, distância maior e nenhuma tentativa de atravessar trechos alagados com profundidade desconhecida.
Na descida da Serra das Russas, no sentido do Recife, o uso do freio-motor é essencial para quem dirige carros e, principalmente, para quem vem atrás de caminhões. Em serras, manter distância maior do veículo pesado da frente dá margem caso ele perca velocidade de repente ou precise frear forte.
No sertão, as longas retas, o sol forte e o calor favorecem o cansaço. Além das pausas, o motorista deve lembrar que o reflexo do sol no asfalto pode formar miragens que parecem poças, e que animais soltos podem surgir na pista.
Pontos de atenção na prova do DETRAN-PE
- Chuva forte com maré alta aumenta os alagamentos no Recife: evite as áreas baixas.
- Em serras, mantenha distância maior de caminhões, que podem frear de repente.
- Óculos de sol ajudam a reduzir o ofuscamento nas retas do sertão.
- Cansaço é condição adversa do condutor: pare para descansar.
O que mais cai de Direção Defensiva
- Os 5 elementos: conhecimento, atenção, previsão, habilidade e ação
- Direção preventiva x corretiva
- Condições adversas: tempo, via, veículo, trânsito e motorista
- Distância de seguimento e a regra dos 2 segundos
- Aquaplanagem, frenagem e distância de parada
- Causas de acidentes e como evitá-los
- Estado físico e mental: sono, álcool, fadiga e estresse