Direção Defensiva no Acre
O clima do Acre (AC) muda a forma de dirigir ao longo do ano: chuva forte no inverno amazônico, fumaça das queimadas na seca e ruas alagadas quando o Rio Acre transborda.
Entre novembro e abril, o inverno amazônico traz chuvas diárias e intensas. Na BR-364 e nos ramais, a pista molhada e os buracos exigem velocidade reduzida e distância maior do veículo da frente. Nas questões de condições adversas, a prova cobra que o condutor adapte a velocidade à aderência da pista, e não apenas ao limite da placa.
Na estação seca, entre julho e outubro, a fumaça das queimadas reduz a visibilidade nas rodovias e até em Rio Branco. A conduta defensiva é acender o farol baixo, aumentar a distância de seguimento e evitar ultrapassagens. O pisca-alerta com o veículo em movimento não é a solução: o CTB só permite o uso em imobilizações e emergências.
Nas cheias do Rio Acre, bairros de Rio Branco ficam com ruas interditadas ou alagadas. Respeitar os bloqueios e não atravessar trechos com água de profundidade desconhecida é tanto direção defensiva quanto obediência à sinalização provisória.
Pontos de atenção na prova do DETRAN-AC
- Com fumaça ou neblina, use farol baixo e aumente a distância do veículo da frente.
- Pisca-alerta só com o veículo parado em emergência; ligado em movimento é infração média (art. 251, I).
- Em pista molhada ou com buracos, a velocidade segura pode ser bem menor que a máxima permitida.
- Não atravesse trechos alagados cuja profundidade você não conhece.
O que mais cai de Direção Defensiva
- Os 5 elementos: conhecimento, atenção, previsão, habilidade e ação
- Direção preventiva x corretiva
- Condições adversas: tempo, via, veículo, trânsito e motorista
- Distância de seguimento e a regra dos 2 segundos
- Aquaplanagem, frenagem e distância de parada
- Causas de acidentes e como evitá-los
- Estado físico e mental: sono, álcool, fadiga e estresse