Primeiros Socorros no Mato Grosso do Sul
Entre Campo Grande e Corumbá são cerca de 400 km, boa parte cortando o Pantanal. Em Mato Grosso do Sul (MS), um acidente longe das cidades exige que o socorrista leigo saiba manter a vítima estável.
Nas rodovias federais, a Polícia Rodoviária Federal atende pelo 191, e o SAMU pelo 192 nas regiões cobertas. Em trechos isolados, a demora do socorro torna ainda mais importante a sequência cobrada na prova: sinalizar o local, acionar o socorro assim que houver sinal, verificar se a vítima está consciente e respirando e controlar sangramentos com compressão direta.
Em colisões com animais de grande porte, comuns à noite nas rodovias do Pantanal, o para-brisa e o teto do carro podem ser atingidos, e os ocupantes podem ter lesões na cabeça e no pescoço. Nesses casos, a vítima não deve ser movimentada, e o capacete de motociclistas não deve ser retirado.
O calor forte também pesa. Proteger a vítima do sol, sem movê-la, e mantê-la calma ajudam até a chegada da equipe. Quem viaja pelo interior faz bem em levar água e informar a alguém o roteiro e o horário previsto de chegada.
Pontos de atenção na prova do DETRAN-MS
- Colisão com animal de grande porte pode causar lesões na cabeça e no pescoço: não movimente a vítima.
- Em trechos sem sinal, peça a outro motorista que acione o socorro no primeiro ponto com cobertura.
- Proteja a vítima do sol forte sem retirá-la do lugar.
- Não se deve dar líquidos nem alimentos a vítimas de acidente.
O que mais cai de Primeiros Socorros
- Método PAS: Proteger, Avisar e Socorrer
- Sinalização e proteção do local do acidente
- Telefones de emergência (192 SAMU, 193 Bombeiros, 190 PM)
- O que NÃO fazer: mover a vítima, dar líquidos, retirar capacete
- Avaliação de sinais vitais (consciência e respiração)
- Noções de RCP e hemorragias
- Limites de atuação do socorrista leigo