Sinalização de Trânsito no Mato Grosso do Sul
Em Mato Grosso do Sul (MS), a sinalização das rodovias do Pantanal tem um foco especial: alertar sobre a travessia de animais silvestres, como tamanduás, capivaras e antas.
Na BR-262 e na Estrada Parque Pantanal, placas de advertência de animais silvestres aparecem com frequência, muitas vezes acompanhadas de redutores de velocidade e de limites menores em trechos críticos. A prova cobra que o candidato reconheça a placa de advertência, amarela em losango, e entenda que ela pede atenção e velocidade compatível, principalmente ao amanhecer e ao anoitecer.
Na Estrada Parque Pantanal, a pista é de terra e tem pontes de madeira. As placas de ponte estreita e de pista irregular preparam o motorista para reduzir a velocidade antes do trecho. Nessas estradas, sem sinalização de velocidade, o limite é o das estradas não pavimentadas: 60 km/h.
Nas cidades de fronteira, como Ponta Porã e Corumbá, a sinalização brasileira segue o CTB até o limite do território. A prova cobra a regra de que, em território nacional, vale a sinalização brasileira.
Pontos de atenção na prova do DETRAN-MS
- A placa de animais silvestres é de advertência: reduza a velocidade, principalmente ao amanhecer e ao anoitecer.
- Placas de ponte estreita pedem redução antes do trecho e atenção ao sentido contrário.
- Em estrada de terra sem placa de velocidade, o limite é de 60 km/h.
- Redutores de velocidade em trechos de fauna devem ser respeitados como qualquer outra sinalização.
O que mais cai de Sinalização de Trânsito
- Placas de regulamentação (R-1 a R-40): "Pare", "Dê a preferência", proibições
- Placas de advertência (A-1 a A-44): curvas, lombadas, pedestres, animais
- Placas de indicação e serviços auxiliares
- Sinalização horizontal: linhas amarelas e brancas, contínuas e tracejadas
- Semáforos veiculares, de pedestre e de ciclista
- Ordem de prevalência: agente > semáforo > placa > marca no asfalto
- Cores e formatos: o que cada um comunica