Sinalização de Trânsito no Mato Grosso
Em Mato Grosso (MT), a Transpantaneira tem mais de uma centena de pontes de madeira, e a estrada da Chapada dos Guimarães passa pela curva do Portão do Inferno. São trechos em que a sinalização de advertência é essencial.
A Transpantaneira, estrada de terra que liga Poconé a Porto Jofre, atravessa o Pantanal com pontes de madeira estreitas e sinalização voltada à fauna. As placas de ponte estreita e de animais silvestres pedem velocidade baixa e atenção constante. Sem placa de velocidade, vale o limite das estradas não pavimentadas, de 60 km/h, mas as condições da via muitas vezes exigem menos.
Na subida para a Chapada dos Guimarães, a curva do Portão do Inferno é sinalizada com placas de curva acentuada e de regulamentação, e o trecho já teve interdições por risco de queda de rochas. Em situações assim, a sinalização provisória de bloqueio e desvio prevalece e deve ser respeitada.
Nas rodovias de grãos, como a BR-163, as placas de indicação de destinos e as de advertência de entrada e saída de veículos pesados são frequentes. A prova cobra o reconhecimento dessas placas pela cor e pela forma.
Pontos de atenção na prova do DETRAN-MT
- Placa de ponte estreita: reduza antes e verifique se há veículo vindo no sentido oposto.
- Sinalização provisória de bloqueio e desvio prevalece sobre a sinalização permanente.
- Placas de entrada e saída de veículos pesados alertam para caminhões acessando a rodovia.
- Sem placa de velocidade, a estrada de terra tem limite de 60 km/h.
O que mais cai de Sinalização de Trânsito
- Placas de regulamentação (R-1 a R-40): "Pare", "Dê a preferência", proibições
- Placas de advertência (A-1 a A-44): curvas, lombadas, pedestres, animais
- Placas de indicação e serviços auxiliares
- Sinalização horizontal: linhas amarelas e brancas, contínuas e tracejadas
- Semáforos veiculares, de pedestre e de ciclista
- Ordem de prevalência: agente > semáforo > placa > marca no asfalto
- Cores e formatos: o que cada um comunica