Sinalização de Trânsito no Pará
No Pará (PA), a sinalização vai das avenidas de Belém às rodovias que cortam a Amazônia, como a Transamazônica, e até às estradas do Marajó, onde búfalos na pista são uma realidade.
Na Ilha do Marajó, que tem o maior rebanho de búfalos do país, as placas de advertência de animais têm uma aplicação muito concreta: os búfalos cruzam as estradas e ruas de cidades como Soure e Salvaterra. A placa de animais é de advertência e pede redução de velocidade e atenção redobrada, principalmente à noite.
A Alça Viária, sistema de pontes e rodovias que liga a região metropolitana de Belém ao interior, tem placas de regulamentação de velocidade, de proibição de ultrapassagem e de indicação de destinos. Na BR-230, a Transamazônica, os trechos sem pavimento são sinalizados com placas de advertência de pista irregular e de fim de asfalto.
Nos portos de balsa, as placas de indicação e a orientação dos operadores definem o embarque. A prova cobra o reconhecimento de cada grupo de placas e a regra de que as ordens de quem controla o trânsito prevalecem.
Pontos de atenção na prova do DETRAN-PA
- A placa de animais pede redução de velocidade: no Marajó, búfalos cruzam as vias com frequência.
- Placas de fim de pista pavimentada alertam para a mudança de condição da via.
- Nas pontes da Alça Viária, respeite as placas de velocidade e de proibição de ultrapassagem.
- Nos portos de balsa, a orientação dos operadores define a ordem de embarque.
O que mais cai de Sinalização de Trânsito
- Placas de regulamentação (R-1 a R-40): "Pare", "Dê a preferência", proibições
- Placas de advertência (A-1 a A-44): curvas, lombadas, pedestres, animais
- Placas de indicação e serviços auxiliares
- Sinalização horizontal: linhas amarelas e brancas, contínuas e tracejadas
- Semáforos veiculares, de pedestre e de ciclista
- Ordem de prevalência: agente > semáforo > placa > marca no asfalto
- Cores e formatos: o que cada um comunica