Sinalização de Trânsito no Paraná
Curitiba foi pioneira no uso de corredores exclusivos para ônibus, e a sinalização da cidade ainda gira em torno deles. No Paraná (PR), a Serra do Mar e a fronteira em Foz completam o quadro.
Nas vias com canaleta central, a sinalização vertical e as marcas no pavimento indicam onde os carros podem cruzar e onde a circulação é exclusiva. Os semáforos têm tempos próprios para os ônibus expressos, e o motorista não pode avançar sobre a canaleta mesmo quando o sinal dos carros abre antes. A prova cobra justamente a leitura dessa sinalização combinada.
Na Estrada da Graciosa, que desce a Serra do Mar até Morretes, o calçamento é de pedra, as curvas são fechadas e a sinalização de advertência aparece a cada trecho. As placas marrons indicam os recantos e mirantes da rota turística. Já na BR-277, a descida da serra tem placas de declive acentuado e de curvas, além de painéis de mensagem variável que avisam sobre neblina.
Em Foz do Iguaçu, as pontes internacionais têm sinalização de aduana e de controle. Em território brasileiro, vale sempre a sinalização prevista no CTB.
Pontos de atenção na prova do DETRAN-PR
- Não avance sobre a canaleta do expresso, mesmo que o sinal dos carros abra antes.
- Painéis de mensagem variável informam neblina e ocorrências: siga suas orientações.
- Placas de declive acentuado pedem marcha reduzida antes da descida da serra.
- Calçamento de pedra, como na Graciosa, reduz a aderência, sobretudo molhado.
O que mais cai de Sinalização de Trânsito
- Placas de regulamentação (R-1 a R-40): "Pare", "Dê a preferência", proibições
- Placas de advertência (A-1 a A-44): curvas, lombadas, pedestres, animais
- Placas de indicação e serviços auxiliares
- Sinalização horizontal: linhas amarelas e brancas, contínuas e tracejadas
- Semáforos veiculares, de pedestre e de ciclista
- Ordem de prevalência: agente > semáforo > placa > marca no asfalto
- Cores e formatos: o que cada um comunica